|
Un voyageur est une espèce d'historien ; son devoir est de raconter fidèlement ce qu'il a vu ou ce qu'il a entendu dire ; il ne doit rien inventer, mais aussi il ne doit rien omettre. [Chateaubriand] Ecrivain et poète français ....... Um viajante é uma espécie de historiador; seu dever é contar fielmente tudo o que viu e tudo o que ouviu dizer; ele não deve inventar e nem omitir nada. [Chateaubriand] Escritor e poeta francês
Eu visito:
Anjos Bugra Célia Clarice Cristina Déa Glória Heterogêneo Mariazinha Meiga Neuma Nessa Panis Panis 2 Pulga Togu Toshi Vera Veridiana Murais: Meu Mural Mural-Pulguinha Galeria do Atelier Fotologs: Marta Neuma Cristina Outors Sites: Poesia Francesa: Antologia Sonora Magister Poesia Francesa: Antologia images_animaux La Malle des Mots
Exodus
![]()
Ce blog est un passe-temps pour moi, et la majorité des traductions moi même je les fais; néanmoins, je ne suis pas expert, donc elles ne sont pas parfaites.
..... Este blog é apenas um passatempo, a maioria das traduções eu mesma as faço; porém, como não sou uma especialista, elas não são perfeitas. Aceito críticas, sugestões e correções. |
Sábado, Outubro 01, 2005
Fado TropicalChico Buarque - Ruy Guerra
Oh, musa do meu fado Oh, minha mãe gentil Te deixo consternado No primeiro abril Mas não sê tão ingrata Não esquece quem te amou E em tua densa mata Se perdeu e se encontrou Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal Ainda vai tornar-se um imenso Portugal "Sabe, no fundo eu sou um sentimental Todos nós herdamos no sangue lusitano uma boa dose de lirismo Mesmo quando as minhas mãos estão ocupadas em torturar, esganar, trucidar Meu coração fecha aos olhos e sinceramente chora...'' Com avencas na caatinga Alecrins no canavial Licores na moringa Um vinho tropical E a linda mulata Com rendas do Alentejo De quem numa bravata Arrebato um beijo Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal Ainda vai tornar-se um imenso Portugal "Meu coração tem um sereno jeito E as minhas mãos o golpe duro e presto De tal maneira que, depois de feito Desencontrado, eu mesmo me contesto Se trago as mãos distantes do meu peito É que há distância entre intencão e gesto E se o meu coração nas mãos estreito Me assombra a súbita impressão de incesto Quando me encontro no calor da luta Ostento a aguda empunhadura à proa Mas o meu peito se desabotoa E se a sentença se anuncia bruta Mais que depressa a mão cega executa Pois que senão o coração perdoa'' Guitarras e sanfonas Jasmins, coqueiros, fontes Sardinhas, mandioca Num suave azulejo E o rio Amazonas Que corre Trás-os-Montes E numa pororoca Deságua no Tejo Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal Ainda vai tornar-se um imenso Portugal Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal Ainda vai tornar-se um imenso Portugal
MARTA MAIA
![]() Sexta-feira, Setembro 30, 2005
Joaquim Maria Machado de Assis
|