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Un voyageur est une espèce d'historien ; son devoir est de raconter fidèlement ce qu'il a vu ou ce qu'il a entendu dire ; il ne doit rien inventer, mais aussi il ne doit rien omettre. [Chateaubriand] Ecrivain et poète français ....... Um viajante é uma espécie de historiador; seu dever é contar fielmente tudo o que viu e tudo o que ouviu dizer; ele não deve inventar e nem omitir nada. [Chateaubriand] Escritor e poeta francês
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Exodus
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Ce blog est un passe-temps pour moi, et la majorité des traductions moi même je les fais; néanmoins, je ne suis pas expert, donc elles ne sont pas parfaites.
..... Este blog é apenas um passatempo, a maioria das traduções eu mesma as faço; porém, como não sou uma especialista, elas não são perfeitas. Aceito críticas, sugestões e correções. |
Sábado, Setembro 24, 2005
Conta e TempoLaurindo Rabelo
Deus pede estrita a conta de meu tempo, É forçoso, do tempo, já dar conta; Mas, como dar, sem tempo, tanta conta, Eu que gastei, sem conta, tanto tempo? Para ter minha conta feita a tempo Dado me foi bem tempo e não fiz conta. Não quis, sobrando tempo, fazer conta; Quero hoje fazer conta e falta tempo. Ó vós que tendes tempo sem ter conta, Não gasteis esse tempo em passa-tempo Cuidai, enquanto é tempo, em fazer conta. Mas oh! se os que contam com seu tempo Fizessem desse tempo alguma conta, Não choravam como eu, o não ter tempo.
MARTA MAIA
![]() Sexta-feira, Setembro 23, 2005
Receita de Amizade![]()
MARTA MAIA
![]() Quarta-feira, Setembro 21, 2005
A ESTRELA
Manuel Bandeira Vi uma estrela tão alta, Vi uma estrela tão fria! Vi uma estrela luzindo Na minha vida vazia. Era uma estrela tão alta! Era uma estrela tão fria! Era uma estrela sozinha Luzindo no fim do dia. Por que da sua distância Para a minha companhia Não baixava aquela estrela? Por que tão alta luzia? E ouvi-a na sombra funda Responder que assim fazia Para dar uma esperança Mais triste ao fim do meu dia.
L'étoileManuel Bandeira Traduction: Bernard Lorraine J'ai vu, là-haut, une étoile, Une étoile si glaciale! Qui scitillait, pâle, pâle, Dans ma vie vide et banale. Une étoile, mais si fière! Scitillait d'un froid polaire! Une étoile solitaire Dans un reste de lumière. De sa distance infinie, Pourquoi, pourquoi, s'ingénie- t-elle à briller, impunie, Refusant ma compagnie? Du fond de l'abîme sombre Je l'entendis me répondre: "Mais c'est pour que ton espoir Soit plus triste encor ce soir."
MARTA MAIA
![]() Segunda-feira, Setembro 19, 2005
Saint François
Vinícius de Morais Traduction: Bernard Lorraine Il va, Saint-François, suivant son chemin, pieds nus, dans le froid, pauvret, dans la Foi. La nuit on le voit contres les moulins s'abreuveur aux eaux des petits ruisseaux. Il va, Saint-François, il va son chemin sans emporter rien. Sacoche légere, il salut le vent: "Tiens, l'ami, bonjour!" et le feu ardent: "Salut, prtit frère!' Il va, Saint-François, et, pieds nus toujours, portant dans ses bras Jésus mort en croix, passe en caressant le petit enfant, contant des histoires aux petits oiseaux. São Francisco
Vinícius de Morais Lá vai São Francisco Pelo caminho De pé descalço Tão pobrezinho Dormindo à noite Junto ao moinho Bebendo a água Do ribeirinho. Lá vai São Francisco De pé no chão Levando nada No seu surrão Dizendo ao vento Bom-dia, amigo Dizendo ao fogo Saúde, irmão. Lá vai São Francisco Pelo caminho Levando ao colo Jesuscristinho Fazendo festa No menininho Contando histórias Pros passarinhos.
MARTA MAIA
![]() Domingo, Setembro 18, 2005
Antonio MachadoCaminante, son tus huellasel camino, y nada más; caminante, no hay camino, se hace camino al andar, Al andar se hace el camino, y al volver la vista atrás se ve la senda que nunca se ha de volver a pisar. Caminante, no hay camino, sino estelas en el mar. (*) Tradução: José Geraldo de Barros Martins (*) Caminhante, são tuas pegadas o caminho, e nada mais; caminhante, não há caminho, se faz do caminho o andar, Ao andar se faz o caminho, e a voltar a vista atrás se vê a senda que nunca se há de voltar a pisar. Caminhante, não há caminho, senão as estrelas do mar. Antonio Machado em francês: clique aqui.
MARTA MAIA
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